Hoje em dia, a regra oficial no Brasil é a guarda compartilhada. Isso significa que pai e mãe continuam com os mesmos direitos e deveres em relação aos filhos. Os dois devem decidir juntos sobre escola, médicos, viagens e criação.

Muitas pessoas confundem e acham que a guarda compartilhada significa que o filho tem que morar metade do mês com cada um. Na verdade, a criança costuma ter uma casa principal (que muitas vezes é a da mãe) para manter uma rotina organizada de estudos e sono.

O pai, então, terá um regime de convivência bem definido (como finais de semana alternados e dias no meio da semana) para participar ativamente da vida do filho, mantendo os laços familiares fortes.

Quando a mãe fica com a guarda exclusiva: A guarda só fica com a mãe (ou só com o pai) se um dos dois abrir mão do direito ou se ficar provado na Justiça que o outro comete abusos, tem problemas graves de vício ou não tem condições psicológicas de cuidar da segurança física e emocional da criança.



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